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Após o pronunciamento de Miguel Milhão, fundador da Prozis, sobre se mostrar a favor com o fim do aborto nos Estados Unidos da América, a marca pronunciou-se através das suas redes sociais.

Numa publicação no Instagram podemos ler: “A Prozis é feita de pessoas e para pessoas. Existimos para produzir e servir, com excelência, dia após dia! Estamos solidários e ao lado de todos aqueles que têm recebido mensagens de intolerância. Acreditamos na liberdade de expressão e, por isso, apelamos ao respeito pela pluralidade de opiniões. Não somos perfeitos. Somos humanos. Peace“.

Helena Coelho acabou por se manifestar na caixa de comentários: “A questão já não é a opinião sobre o aborto. É a prepotência e arrogância de quem ‘não precisa de Portugal’, de quem não quer um cancelamento da sua empresa para que a classe trabalhadora não fique prejudicada… mas não a defende nem ajuda“, começou por escrever.

Ainda disse: “Ajudar no caso seria não piorar a situação com as declarações arrogantes no podcast e seria permitir uma gestão de crise pela marca que em nenhum momento fizeram. Tenho pena que quem representa a marca é que tenha de dar ‘o corpo às balas’ e sair prejudicado com o assunto. Da minha parte, mesmo sabendo que não vai aquecer nem arrefecer no vosso lucro, não compro uma única coisa mais“.

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